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7 de abril de 2018

Stand by...

O blog tem estado pouco ativo sim mais por causa das redes sociais que engoliram a comunicação entre as pessoas. Mas eu venho, gente. Eu venho aqui de quando em vez. Venho celebrar assuntos módicos porque hoje tudo tem que ser resumido e pequeno e acabar logo antes que acabe em esquecimento. É assim ou as pessoas não leem... Pena! Há tantas palavras bonitas esperando por alguém que as queiram.

13 de setembro de 2017

Manual de Artes para idiotas

Ela provoca. Essa é uma de suas funções.
As reações a ela podem ser diversas:
ela pode irritar, desafiar, transgredir.
Ela pode fazer você pensar (muito cuidado)!
Vale a interação, a descoberta.
Arte existe para abrir corações (e mentes).

Gostar dela (ou não) só diz respeito a você.
Não permita que opiniões alheias afetem sua relação com o mundo das Artes;
nem deixe de conhecer a obra por caprichos ou julgamentos de outros,
a menos, claro, que você admita que é incapaz
de elaborar o mais simples, o mais puro, pensamento.

Ame-a, descarte-a ou passe por ela.
Apenas lembre-se:
Arte é Arte.
Independe de sua interferência para ser criada.
Ela sobreviverá apesar dos tempos terríveis,
pois é seu destino levar luz à escuridão.

Thais Simone
Em um momento de caça às bruxas e se perguntando quem (verdadeiramente) são elas.

15 de fevereiro de 2017

Bolinho

Misture uma caneca de boas lembranças com meia dúzia de sementes de fé e três colheres de doçura. 
Bata as três na sua cabeça até formar uma massa.
A pitada do amargor de ontem serve para dar equilíbrio à massa, mas não pode ser muita, senão a receita desanda.
Amigos à gosto. Eles dão um suave sabor de fidelidade à massa.
E para ficar bem de vez, é preciso uma boa dose de coragem.
Continue mexendo a mistura até o ponto de bobo. 
E quando a massa firme e bem estruturada estiver soltando da vasilha, ponha amor em fermento e deixe assentar numa forma.
Por último, desenforme isso tudo da sua cabeça e deixe cozinhar no coração por meia hora. 
Sirva com canela, café ou chocolate. 
Fica ótimo!
Thais Simone

27 de abril de 2016

Mudando a cara...

Poesia está vindo.
Está se transformando.
E se modificando.
Logo a apresentação da palavra vai se alterar um pouco aqui e acolá.
Poesia é assim: caminha muito para conseguir ficar.